A esperança da ressureição- dia de Finados

A festa de finados foi fundada entre os anos 1.000 e 1.009. Foi escolhido o dia 2 de novembro para ficar perto da comemoração de Todos os Santos.

A nova vida, que recebemos no Batismo, não está sujeita à corrupção, nem ao poder da morte. Para quem vive em Cristo e almeja o Céu, a morte é apenas uma passagem até ele. A vida não é tirada, mas transformada.

Essa celebração se dá como um convite para que roguemos a Deus pelos falecidos, sejam conhecidos ou não. É através das nossas preces e orações que estas almas felizes e ansiosas encontram seu maior auxílio e consolo; é, sim, por meio de nossa súplica constante e fiel que Deus, no mistério de sua Providência, lhes encurta o tempo de purgação e as conduz definitivamente à glória do seu Reino.

Além disso, é também uma oportunidade de refletirmos sobre a vida: ela terminará para todos nós aqui neste mundo, o que vivemos aqui é uma passagem para o eterno. Ademais, para a eternidade não poderemos levar nada de material, levaremos apenas o bem que tivermos feito para nós e para os outros. Assim, devemos refletir que ser feliz e viver bem não quer dizer acumular tesouros, prazeres ou glórias, mas fazer o bem e preparar uma vida eterna com Deus.

Nos seus ensinamentos, o Papa João Paulo II ensinou-nos que “a Igreja do Céu, a Igreja da Terra e a Igreja do Purgatório estão misteriosamente unidas nessa cooperação com Cristo para reconciliar o mundo com Deus.”

Assim, que possamos nesta data, reconhecer essa união e vivencia-la através da oração por todos os falecidos, tendo em vista que o momento que vivemos é uma oportunidade para a construção da vida eterna!

Por Adora Comunicação

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